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31 de jul. de 2018

É #FAKE NEWS notícia sobre lei que isenta idosos de pagar estacionamento em shoppings teria sido aprovada na Câmara,



Circula pelas redes sociais a informação de que foi aprovada a lei 2786/08, que isenta pessoas com mais de 60 anos do pagamento de estacionamento em shoppings pelo país. Segundo a notícia falsa, para obter a isenção, basta levar o ticket ao balcão juntamente com a carteira de identidade e pedir um carimbo.

O projeto de lei realmente existiu. Ele foi criado em 2008 e chegou a tramitar na Câmara até 2011, tendo sido arquivado ao final daquela legislatura.

O PL 2786/2008 propunha a alteração da Lei 10.741, de 1º de outubro de 2003, o chamado Estatuto do Idoso, para proibir a cobrança de estacionamento a condutores idosos. O Estatuto do Idoso, no entanto, não foi modificado neste sentido.

Para comprovar a falsidade da informação relativa a aprovação dessa Lei, a assessoria de imprensa da Câmara dos Deputados aponta um erro flagrante no texto em circulação que revela a falsidade dessa mensagem. Se fosse, de fato, aprovada em 2017, o número da lei devia terminar com o referido ano ("/17") e não com "/08", como aponta o texto.´

A assessoria da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) também informa que a lei citada não condiz com a realidade e que não tem conhecimento de leis estaduais ou municipais que isentem a cobrança.

Fonte: G1

12 de dez. de 2017

CRISE NO SISTEMA DE GERAÇÃO DE ENERGIA NUCLEAR NO BRASIL

USINAS DE ANGRA 1 E 2 NÃO TÊM COMO PAGAR COMBUSTÍVEL
A Eletronuclear está em vias de entrar em colapso financeiro, uma crise que já resulta em uma série de calotes milionários a fornecedores e agora ameaça paralisar as operações das usinas nucleares de Angra 1 e 2, no Rio de Janeiro.

Completamente endividada, a estatal controlada pela Eletrobrás está sem recursos para comprar, inclusive, o insumo básico para seu funcionamento: as pastilhas de urânio usadas como combustível na geração de energia.
Quem reconhece e detalha o drama em que se meteu a única operação nuclear do País é o próprio presidente interino da Eletronuclear, Leonam dos Santos Guimarães, que enviou uma correspondência à diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), relatando o drama vivido pela empresa.

No documento, Guimarães explica a “grave situação econômico-financeira” da empresa e deixa claro que, se nada for feito, “as usinas nucleares brasileiras terão sua geração elétrica interrompida em 2019”.
A origem da crise está nos custos bilionários atrelados às obras da polêmica usina de Angra 3, um projeto que já consumiu R$ 7 bilhões e hoje, mesmo paralisado e sem perspectiva de conclusão, passou a produzir novas dívidas milionárias todo mês, consumindo recursos das duas usinas que já funcionam no complexo de Angra.

O calote da Eletronuclear com fornecedores não envolvidos com a Operação Lava Jato, ou seja, empresas que efetivamente têm direito a receber por serviços prestados, chega a cerca de R$ 50 milhões, conta que ainda não inclui os gastos com a compra de urânio.
Guimarães afirma que “essa situação, que já era crítica, veio a ser agravada severamente”, porque o BNDES decidiu não renovar, em outubro, uma cláusula contratual de financiamento que amenizava as parcelas de seu empréstimo, o qual chega a um valor total de R$ 2,65 bilhões já liberados para a estatal.

Com essa mudança, o pagamento saltou de R$ 7 milhões para R$ 30 milhões por mês, o que representa aproximadamente 12% da receita bruta mensal recebida pela geração elétrica de Angra 1 e 2.
A cobrança derrubou o caixa e comprometeu os pagamentos que a Eletronuclear faria em outubro, novembro e dezembro para a Indústrias Nucleares do Brasil (INB), estatal que produz o combustível das usinas de Angra.

O resultado é que hoje a INB cobra uma fatura atrasada que chega a R$ 74 milhões, referente a combustível já entregue para as turbinas das usinas. Essa dívida foi confirmada à reportagem pela INB.
Agravamento

O presidente interino da Eletronuclear admite que a situação pode se agravar, caso a Caixa, que já emprestou outros R$ 2,92 bilhões para a estatal usar em Angra 3, decida executar seu contrato a partir de julho de 2018, com cobranças mensais de R$ 25 milhões.

Para evitar a cobrança, a diretoria da Eletronuclear enviou uma carta à Caixa para pedir um aditamento ao contrato, alterando a data de início dos pagamentos para cinco anos após o saque da primeira parcela.
O cobertor curto faz com que a Eletronuclear tenha de escolher o que pode pagar. Neste último trimestre, ao quitar a conta do BNDES, teve de ignorar diversos fornecedores.

Parte do combustível das usinas fornecido pela INB já foi comprada para o ano que vem, mas presidência da estatal deixa claro que, se nada for feito, “as usinas nucleares brasileiras terão sua geração elétrica interrompida em 2019”.
De forma categórica, a empresa culpa Angra 3 pelo caos financeiro. “Os problemas enfrentados pela Eletronuclear se devem e exclusivamente aos passivos decorrentes de Angra 3. A empresa, se limitada a Angra 1 e Angra 2, teria muito boa saúde financeira sem nenhuma ameaça à sua continuidade operacional”, diz Guimarães.


Reportagem publicada pelo Estado em junho revelou que estudos do governo apontam que seria necessário injetar mais R$ 17 bilhões para concluir Angra 3, usina que está com 58% de seu projeto executado. Desistir dela, por outro lado, custaria R$ 12 bilhões.

Fonte: Revista Exame / Estado de São Paulo

25 de dez. de 2016

EIKE BATISTA "RIDES AGAIN"

Quem imaginou que Eike Batista estava "morto" para o mundo dos negócios, perdeu a aposta. Eike Batista anuncia que lançara uma marca de “pasta de dente” e garante a investidores que empresa irá faturar US$ 3 bi ao ano.
É isso aí!... A pasta de dente se chamará Elysium e deve ser lançada ainda no  primeiro semestre de 2017. O projeto já se encontra em fase final de aprovação junto a Anvisa.
O produto, a base de hidroxiapatita, promete restaurar o esmalte dos dentes, torná-los mais brancos e reconstituir seu o tecido.
No Japão, existe um produto semelhante, vendido ao equivalente a U$ 30 dólares. No Brasil a pasta de dente Elysium será vendida a R$ 12.
Eike Batista não pensa pequeno e não seria diferente agora, quando se lança em mais um projeto, que, no mínimo, pode ser taxado de “inusitado”. Segundo os estudos e plano de negócio apresentados aos investidores o projeto deve alcançar a cifra de vendas anuais da ordem de US$ 3 bilhões.
Otimista como sempre, Eike diz que a pasta Elysium estará à venda no Brasil no primeiro trimestre do próximo ano. E, nos EUA, no segundo, embora não tenha ainda autorização da Anvisa e FDA, respectivamente, para vendê-la.
É esperar para ver. Os investidores, certamente, vão querer "sorrir" muito...
Fonte: Coluna Lauro Jardim – Agência O Globo



1 de jun. de 2015

BRASIL É ÚLTIMO EM RANKING SOBRE RETORNO DE IMPOSTOS

PARABÉNS BRASIL!!!

ESTE É O IDEAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL DO GOVERNO PT QUE VOCE ESCOLHEU.


O Brasil segue na última colocação no ranking que mede o retorno oferecido em termos de serviços públicos de qualidade à população em relação ao que o contribuinte paga em impostos. Segundo o estudo divulgado nesta segunda-feira (1) pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (BPT), o país ficou pela 5ª vez seguida na "lanterninha" da lista.

O estudo avaliou os 30 países com as maiores cargas de tributos. O ranking leva em consideração a arrecadação de tributos do país em todas as suas esferas (federal, estadual e municipal) em relação ao PIB (Produto Interno Bruto) de 2013 e o Indice de Desenvolvimento Humano - IDH da Organização das Nações Unidas (ONU), que mede a qualidade de vida e bem-estar da população.

O Brasil ficou na 30ª posição do ranking, atrás de países como Uruguai (11º) e Argentina (19º) e Grécia (16º).

Veja a lista completa:

         ÍNDICE DE RETORNO AO BEM ESTAR DA SOCIEDADE - 2013
PosiçãoPaísCarga tributária sobre o PIBÍndice
Austrália27,30%162,91
Coreia do Sul24,30%162,79
Estados Unidos26,40%162,33
Suíça27,10%161,78
Irlanda28,30%158,87
Japão29,5%156,73
Canadá30,60%156,48
Nova Zelândia32,10%155,44
Israel30,50%155,41
10ºReino Unido32,90%152,99
11ºUruguai26,30%151,91
12ºEslovaquia29,60%151,51
13ºEspanha32,60%151,38
14ºIslândia35,50%150,25
15ºAlemanha36,70%150,23
16ºGrécia33,50%148,98
17ºRepública Theca34,10%148,97
18ºNoruega40,80%148,32
19ºArgentina31,20%147,80
20ºEslovênia36,80%146,97
21ºLuxemburgo39,30%144,69
22ºSuécia42,80%141,15
23ºÁustria42,50%141,01
24ºFrança43%140,69
25ºBélgica43,20%140,21
26ºItália42,60%140,13
27ºHungria38,90%139,80
28ºDinamarca45,20%139,52
29ºFIinlândia44,00%139,12
30ºBrasil35,04%137,94



Fonte G1 São Paulo